Você faz um backup completo do site WordPress salvando duas partes, os arquivos e o banco de dados, e guardando essa cópia fora do servidor. Os arquivos ficam em wp-content: o tema, os plugins e a pasta uploads com as imagens. O banco de dados guarda posts, páginas, configurações, usuários e comentários. Um backup só de arquivos ou só do banco não é completo, porque o site precisa dos dois para funcionar: os arquivos sem o banco são um tema vazio, e o banco sem os arquivos é texto sem imagens nem layout. Salve também o wp-config, que liga os dois. E o ponto que muita gente esquece: a cópia precisa ficar fora do servidor, porque um backup que mora no mesmo servidor morre junto com ele. WPBuildAI varre o site e entrega o inventário de conteúdo, imagens e URLs, uma camada extra de segurança além do backup técnico.

O que um backup completo inclui

Vale começar pelo que conta como completo, porque é justamente a parte que falta que estraga uma restauração. Um site WordPress tem três peças: os arquivos em wp-content, o banco de dados e o wp-config que os conecta. Os arquivos trazem a aparência e as imagens; o banco traz o conteúdo e as configurações; o wp-config traz os dados de acesso ao banco. Um backup completo tem as três. Falta uma, e a restauração falha: sem o banco, o site abre vazio; sem os uploads, faltam as imagens. Pensar nas três peças desde o início evita a descoberta tardia de que a cópia não dava para restaurar.

Parte 1: os arquivos

A primeira parte são os arquivos, e o que importa de verdade está em wp-content. Lá ficam o tema (sua aparência e personalizações), os plugins e a pasta uploads, que guarda todas as imagens e mídias enviadas. Você copia essa pasta por FTP ou por um arquivo compactado gerado no painel do host. A pasta uploads costuma ser a maior, porque imagens pesam, como lembra o Web Almanac 2024, então confira que ela veio inteira. Se quiser também as imagens separadas e organizadas, vale o método de baixar as imagens da galeria, que complementa o backup dos arquivos.

Parte 2: o banco de dados

A segunda parte é o banco de dados, e é a que mais gente esquece por não ser visível. O banco guarda o texto de cada post e página, as configurações, os usuários e os comentários, ou seja, o conteúdo em si. Você o salva exportando um arquivo SQL, geralmente por uma ferramenta do painel do host. Sem ele, mesmo com todos os arquivos, o site não tem o que mostrar. Se não tem acesso fácil ao banco, dá para puxar o conteúdo público pela WordPress REST API, que retorna posts e páginas em JSON, embora o ideal para um backup seja o SQL completo, que inclui também o que não aparece no site.

Guarde a cópia fora do servidor

Este é o passo que transforma um backup em segurança de verdade: guardar a cópia fora do servidor. Um backup salvo no mesmo servidor onde o site roda parece prático, mas é frágil, porque se o servidor falha, pega fogo ou é invadido, leva o backup junto. Baixe a cópia para o seu computador, para um armazenamento na nuvem ou para outro servidor. A regra simples é ter o backup em um lugar que não dependa do site estar de pé. Esse detalhe é a diferença entre um backup que salva o dia e um que desaparece justo quando você precisa dele.

Três formas de fazer o backup

Há três caminhos, e a escolha depende do seu acesso. O primeiro é o painel do host: muitos oferecem um botão de backup que salva arquivos e banco de uma vez, o mais simples. O segundo é o manual: você copia wp-content por FTP e exporta o banco em SQL, o que dá controle total e independe de plugins. O terceiro é um plugin de backup, que automatiza o processo de dentro do WordPress e pode agendar cópias regulares. Para um backup pontual antes de uma mudança, o painel do host ou o manual bastam; para cópias contínuas, um plugin agendado faz sentido. Qualquer um serve, desde que salve as duas partes e leve a cópia para fora.

Verifique que o backup funciona

Um backup que você nunca testou é uma suposição, não uma garantia. Depois de fazer a cópia, confira que ela realmente restaura: o ideal é restaurar em um ambiente separado e ver o site abrir com conteúdo e imagens. No mínimo, abra o arquivo dos arquivos e confirme que a pasta uploads está cheia, e veja que o arquivo SQL do banco não está vazio. Compare o tamanho da cópia com o esperado: um backup pequeno demais costuma indicar que algo ficou de fora. Esse teste rápido evita a pior descoberta possível, a de que o backup estava quebrado bem na hora de usá-lo.

Um inventário de conteúdo como rede extra

Além do backup técnico, vale ter um inventário do conteúdo e das URLs, que funciona como uma segunda rede. Enquanto o backup serve para restaurar o site como estava, o inventário serve para reconstruir ou redirecionar se você mudar de plataforma ou de endereço. Ele lista o conteúdo, as imagens e todas as URLs, como em listar todas as URLs. Isso importa porque são o conteúdo e as URLs que posicionam, como mostra a análise da Backlinko, então tê-los inventariados protege o tráfego mesmo num cenário em que o backup técnico não se aplica, como uma troca de plataforma.

Passo a passo

  1. Copie os arquivos, principalmente a pasta wp-content com uploads.
  2. Exporte o banco de dados em um arquivo SQL.
  3. Salve o wp-config junto.
  4. Leve a cópia para fora do servidor.
  5. Teste a restauração em um ambiente separado.
  6. Guarde um inventário de conteúdo e URLs como rede extra.

Exemplo: backup antes de formatar o servidor

Tomemos um site que vai passar por uma formatação do servidor e precisa de um backup completo antes. O time copia a pasta wp-content por um arquivo do painel do host, conferindo que uploads veio inteira, e exporta o banco em SQL. Salva também o wp-config. Baixa tudo para um armazenamento na nuvem, fora do servidor que será formatado. Antes de prosseguir, restaura a cópia num ambiente de teste e vê o site abrir com imagens e conteúdo, então sabe que o backup presta. Por segurança, guarda também o inventário de conteúdo e URLs. Quando o servidor é formatado e o site restaurado, tudo volta, porque o backup tinha as duas partes e morava fora.

Erros comuns

  • Salvar só os arquivos ou só o banco, e não os dois.
  • Esquecer a pasta uploads e restaurar o site sem imagens.
  • Deixar o backup no mesmo servidor, onde some junto numa falha.
  • Nunca testar a restauração e descobrir tarde que a cópia estava quebrada.
  • Confiar só no backup técnico e não ter inventário para reconstruir ou redirecionar.

O que vale lembrar

Você faz um backup completo do site WordPress salvando os arquivos (wp-content, com a pasta uploads) e o banco de dados, mais o wp-config, e guardando a cópia fora do servidor. Só arquivos ou só banco não é completo, porque o site precisa dos dois. Faça pelo painel do host, manualmente ou por plugin, e sempre teste a restauração antes de confiar na cópia. Para mudanças maiores, como trocar de plataforma ou de domínio, guarde também um inventário de conteúdo e URLs, útil em casos como mudar de domínio sem perder visitas ou manter as imagens indexadas. WPBuildAI varre o site e entrega o inventário de conteúdo, imagens e URLs, uma camada extra além do backup técnico. Envie o endereço do seu site para uma análise gratuita.

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